1. Bife com gordinha a cavalo


    Fecha: 24/04/2022, Categorías: Humorísticos Autor: crazyfuckerPT, Fuente: xHamster

    Conheci a minha primeira gordinha no talho e só a ironia já é assinalável. Mas era mais que isso. O fiambre, de primeira qualidade. A alcatra com um aspecto divinal. A vazia enchia só de olhar para ela. O lombo de deixar água na boca. As costeletas esgotadas…
    
    Depois de a elogiar assim, ela ficou vermelha como a carne do alguidar.
    
    – E a carne também tem bom aspecto… – disse, apontando para as montras frigoríficas.
    
    – Obrigado – respondeu timidamente. – E vai levar alguma coisa?
    
    – Tudo o que conseguir! Como te chamas?
    
    – Patrícia.
    
    – Patrícia…
    
    Repetir o seu nome na minha boca soube-me a pingo de picanha a derreter…
    
    – Posso-te convidar para almoçar?
    
    – Almoçar? Não sei… Onde é que estava a pensar?
    
    Hesitei apenas por um segundo, como um relógio que não sabe se há-de andar para a frente ou para trás, quando ela começou a tirar o avental e disse:
    
    – Bem, são horas de fechar para o almoço…
    
    Quem nunca fodeu numa arca frigorífica não sabe o que está a perder. É como correr à chuva no Alasca: o corpo aquece mas recebe ao mesmo tempo a refrigeração de que precisa.
    
    Assim que fechámos a porta e os graus negativos tomaram conta dela, a menina tímida que vendia farinheiras transformou-se na capataz do matadouro. Agarrou-me como se eu fosse uma pluma e deitou-me de costas na bancada de desmancho, pondo-se de imediato de joelhos sobre mim, com as pernas bem abertas. Assim encaixada e agarrada com as duas mãos a um dos ganchos que não tinha meios-vitelos, começou a roçar a cona no volume da minha picha, que dentro das calças estava tesa como um espeto.
    
    – Espero que estejas com muita fome, porque este ano ainda não fodi…
    
    Como era dia 2 de Janeiro, deduzi que era uma rapariga – lá está! – de muito alimento.
    
    Naquela posição, sentia-me um presunto à mercê dos comensais. Ela continuava os movimentos de vai e vem sobre a minha cintura, ao mesmo tempo que me lambia e mordia o pescoço e me arranhava os braços com as unhas afiadas.
    
    Estava claro quem “mandava” na situação. Eu tinha-a convidado para almoçar mas ela transformara-me no prato principal!
    
    Com sensualidade, levantou a camisola e derramou o maior par de mamas que alguma vez tinha visto na minha vida! Depois, orientando uma delas com a mão, começou a pincelar-me a cara com o respectivo mamilo, também ele bastante generoso.
    
    Não conseguia deixar de apreciar tal monumento, resplandecente de vida.
    
    – No dia em que decidires ser mãe, a garotada fome não há-de passar – disse-lhe, com carinho.
    
    – Cala-te! – respondeu, enfiando-me a enorme teta na boca.
    
    Empurrava-a com tanta força e era tão grande que, além da boca, me vedava também as narinas. Nessa altura eu respirava apenas pelos olhos, que me recusava a fechar com medo de perder nem que fosse um grama daquela grandiosa maravilha.
    
    Quando ela achou que eu já estava suficientemente sufocado, chegou as ancas mais à frente, tirou a teta e substituiu-a pela cona.
    
    Tinha as cuecas tão molhadas que nem parecia ...
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